De volta aos relatos gastronômicos - Rufino's Itaim
Depois de um longo período sem postar nada aqui no Blog da Redação – diga-se de passagem, por absoluta falta de tempo – eis que volto a escrever sobre as minhas aventuras gastronômicas.

Após a temporada em Florianópolis e a comemoração pelo 1o. lugar em Melhor Guia da Cidade de São Paulo, fui a muitos outros bons locais, entre eles, o Ran, na Manuel Guedes e o Aquarelle, no Sofitel São Paulo. Ambos ótimos restaurantes. Não poderia ficar sem citá-los, mas este post é destinado ao Rufino's, unidade Itaim.

Esta foi a minha primeira vez no estabelecimento que começou no Guarujá, subiu a serra e ancorou na badalada Mário Ferraz.

Cheguei ao local às 19h30 de uma segunda-feira gelada. Na casa, apenas 2 ou 3 casais espalhados pelo amplo salão de entrada. Nessa unidade do Rufino's há mais um outro espaço, que fica por trás do que se parece com escotilhas de barcos, tudo em referência ao mar, origem de praticamente 90% dos pratos que constam no cardápio.

Já que comecei o assunto, não poderia deixar de falar também sobre a carta de vinhos da casa. De acordo com a divulgação do Rufino's, estão disponíveis aos clientes mais de 300 rótulos. Não contei um-a-um para checar se realmente é este número, mas deu para constatar que é extensa. A pessoa deve ir à casa conhecendo, pelo menos, um pouco e já estar com algo em foco, senão passará um bom tempo até fazer o pedido. O meu foi um Lambrusco Cella Branco frisante. A única opção da casa ao lado do Lambrusco Cella tinto frisante. No quesito tintos e brancos, a variedade era bem maior, não sou bom em matemática - até por isso virei jornalista - mas, respondiam pelos 298 restantes. As páginas da carta revezavam rótulos italianos, argentinos, franceses, e claro, espanhóis.

Voltando ao restaurante. Escolhida a mesa - e já acomodado - a equipe atenciosa serviu o couvert que era composto por uma diversidade de opções. A Sardinha Escabech - servida em um prato à parte – mais azeitonas, salmão, lula, grão-de-bico e beringela. Não dava para comer tudo isso sozinho, era muita coisa, e ainda pediria o prato principal o Lambrusco e a sobremesa. Na minha opinião, o couvert é ideal para 3 pessoas ou no mínimo 2, mas daqueles conhecidos “bons de garfo”.



Enquanto esperava os pratos que seriam servidos passei a reparar na decoração da casa e no que antes era uma parede de tijolos. Era. Porque foi derrubada e deu lugar ao uma parede de vidro que possibilita aos clientes de dentro do salão olharem para fora e vice-versa. Para desestimular os curiosos e conferir uma certa privacidade, há uma cerca viva que limita a visão de quem passa na calçada.<





Escolhi o Tranche de Badejo que é servido com diversos acompanhamentos como batata e tomate. O prato é muito leve e saboroso. Outro prato servido à mesa foram os camarões à húngara. Não dava para, obviamente, comer tudo, tive que escolher em experimentar os dois. Na minha opinião o camarão ficou muito pesado, mesmo estando frio, o que normalmente, pede um prato mais denso para esquentar. Estava pesado, mas não deixou de ser saboroso também.



Enfim, a sobremesa. Minha escolha foi a torta de chocolate branco com calda cítrica de laranja. Uma opção que não pesou, mesmo após uma noite em que confesso, comi além da conta...

A única coisa que não foi muito simpática em toda essa noite agradável foi o serviço de valet. Entreguei as chaves do carro pensando que iriam guardar em um estacionamento. Qual não foi minha surpresa ao verificar que paguei para estacionarem na rua. Tá certo, estava em frente ao restaurante, do outro lado da rua. Não sei se essa é a prática regular da empresa terceirizada que cuida deste serviços, mas vale uma dica à casa: que tenham o mesmo zelo com este serviço como o apresentado nos pratos que servem.
É campeão! É campeão!
Não caro internauta, não estamos falando do São Paulo, muito menos de futebol, aliás, não falo mais sobre esse assunto, por motivos óbvios que não faz bem lembrar-me.... buáááá!

O título acima se refere ao que aconteceu na segunda-feira, 3 de dezembro. Foi uma data festiva para a redação do SeuRestaurante. O site ganhou o prêmio concedido pela Câmara de Vereadores de São Paulo como o Melhor Guia da Cidade. Sem dúvida foi a coroação de nosso trabalho incessante aqui na redação – e também do pessoal de design, programação, cafezinho e atendimento – para que sempre possamos oferecer um site que é realmente um guia, nada mais, nada menos, do que isso.

Não é porque sou o jornalista responsável pelo site que estou puxando a sardinha para a minha brasa (nossa, que lugar-comum mais comum!! rsrs) mas é o que pudemos ouvir no coquetel aos homenageados – leia-se vencedores – do prêmio que chegou à 10a. edição.



Um dos fatos que mais nos orgulha é que na categoria Melhor Guia participam todas as mídias. É diferente daquelas direcionadas como Reportagem Difundida em Rádio, Reportagem Difundida em Jornal, revista, tv, até mesmo internet, aliás, na qual ficamos com o segundo lugar devido ao abrangente e exaustivo trabalho de apuração da Ingrid, que também possui seu blog no Guia.



Lembro que em 2005 ficamos contentes com o terceiro lugar de Melhor Guia da Cidade de São Paulo.Traçamos o objetivo de subir um degrau no ano seguinte. Conseguimos. Da mesma forma focamos em subir mais outro degrau. Fato que comemoramos hoje, nesta terça-feira 4 de dezembro de 2007.

Para nós esse prêmio simboliza nossa busca por desenvolver um Guia cada vez melhor, cada vez mais envolvente ao usuário que é o nosso público. Não sei se existe uma fórmula para isso, é necessário feeling...isso, acredito que temos por aqui.

Estamos felizes e queremos dividir esse momento com cada um dos nossos internautas, pois sem essa audiência não adiantaria nada ser eleito o Melhor. Obrigado a todos e continuem a nos prestigiar, pois um compromisso nosso é o de sempre desenvolver o Guia cada vez mais para que atenda – e porque não, supere – as expectativas de quem procura onde ir e onde comer em nossas páginas.
Diário de Viagem III – Um dia de gastronomia



Finalmente encontrei um tempinho para falar do último dia inteiro em Florianópolis! Bem, logicamente os detalhes fugirão um pouco à minha memória, mas tentarei ser o mais fiel possível ao que vi, ouvi e senti, e obviamente, comi.

Acordei com aquele gosto de guarda-chuva na boca, mas estava vivo e inteiro...mais uma vez. Era 13 de outubro, sábado. Olhei pela janela e vi aquele sol maravilhoso. Hora da praia! Praia? Que praia? Não demorou muito para perceber que o sol não se decidia, às vezes aparecia e outras sumia, na verdade ele ficava mais tempo escondido.

Para não dizer que não pisamos na areia e colocamos o pé na água, fomos a uma das mais badaladas praias da ilha, a Mole. Batia um vento muito forte e apesar do calor, não havia sol. Parecia na verdade uma panela de pressão, pois a umidade do ar estava altíssima. Ficamos a eternidade de uns 20 minutos, a desculpa para justificar a saída de lá: hora do almoço! Obrigação cumprida.

Vamos ao que interessa, a comida! Minha prima fez uma grande sugestão, o Zé do Cacupé. Um restaurante super simpático e que utiliza a cultura tradicional local como tema da decoração. Pegamos a SC-401 que liga a cidade às praias ao norte da ilha. Primeiro esquecimento, o endereço do local, pelo menos tenho ponto de referência, não tem como errar...rsrsrsrs...Saímos da rodovia e passamos em frente a uma colônia de férias do Sesc, uns 150 metros à frente estava o restaurante.

Cheio de penduricalhos no teto - inclusive um barco - e com o cardápio recheado de imagens escolhemos, para variar, peixe. Dessa vez, linguado e anchova grelhados. Enquanto esperávamos, aliás, muito tempo, me distraí ao ver como a influência portuguesa está presente nesse local.

entrada do restaurante










Mais um pouco de história enquanto o prato não chega: Cacupé é um vocábulo indígena, tupi-guarani para ser mais exato, que na versão atual significa verde por trás do morro. Na ilha de Santa Catarina, Cacupé é uma região em que a influência da cultura açoreana está bem presente, fruto, imagino eu, da imigração ocorrida algumas dezenas de décadas atrás. A região é composta de pequenas praias, com um visual bonito e agradável, em geral é um bom lugar para relaxar, pois não há muito movimento. Chega de história.

Estava começando a achar a que entrada que pedimos, pastéis de camarão e casquinha de siri, seriam servidos como saída. Esperamos uns bons 20 minutos até servirem os petiscos. Pensei, “para demorar tanto, esses pastéis têm que estar muito bons”, e estavam, com muito recheio e bem temperados. Gostei. Para nossa surpresa, logo em seguida, no local isso significa uns 10 minutos, chegaram os peixes com os acompanhamentos pedidos, arroz, salada e batata soutée.

O meu ataque se deu à anchova. Com um sabor marcante, chegou bem quentinho e bem grelhado. A combinação com a batata – que também estava saborosa – deixou uma ótima impressão da casa. Era a vez do linguado. Descobri que esse peixe branco grelhado é ótimo, para Sushi. Pelo menos ao comparar os dois, a anchova ficou com a minha preferência. Não que o segundo estivesse ruim, pelo contrário, bom, mas desmanchava muito na boca, fato que não me agradou muito, e outra coisa, na versão japonesa o peixe me traz melhores lembranças como experiência gastronômica. Preço total, R$ 23,00 para um almoço muito bom, farto e saboroso. Detalhe: esses dois pratos serviu a cinco pessoas!


Anchova grelhada - do linguado não tenho imagem mas por essa dá para imaginar

Como estamos com o tempo apertado para ver tantas coisas que Floripa tem a oferecer, passeamos por um cantinho, ali próximo ao Zé do Cacupé, chamado Santo Antônio de Lisboa. Apesar de ser uma espécie de continuação da região onde almoçamos, pegamos novamente a SC-401, rumo ao norte. A região tem um quê de bucolismo de uma vila de pescadores que parou no tempo e no espaço, mas é só andar um pouco que é possível ver construções mais suntuosas que se afastam dessa condição do passado. Nesse ponto da ilha também são encontrados diversos restaurantes famosos na cidade. Toda essa diversidade é entrecortada por uma pequena – e estreita - rua de pedras, compondo uma linda paisagem. Depois de conhecermos a região, chegamos ao café local, que tem o sugestivo nome de...Santo Antônio. (Ah, baixei as fotos em outro computador, assim que lembrar eu posto aqui).

Nas fotos abaixo, dá para perceber que o local é muito confortável e aprazível, rodeado de verde e com decoração no estilo rústico, dava acesso a uma loja simpática de souvernirs que remetem também à cultura açoreana. Como havíamos acabado de almoçar um café iria muito bem. A lista de opções era razoável, não era um Starbucks, mas dava para escolher. A lista de tortas doces era uma tentação. Não havia como não pedir.





No grupo em que estava o pedido foi desde capuccino, café espresso e...esqueci o que mais. Para comer, torta de limão, torta mousse de chocolate, bolo de chocolate com avelãs, torta holandesa e mais alguma outra que também não me lembro do nome...enfim, todas estavam divinas, e as fatias muito bem servidas. Hora de ir, não sem antes pegar um folheto do local, que me salvou agora, pois já havia esquecido o endereço. O Santo Antônio está localizado no bairro Santo Antônio de Lisboa, à Rua Cônego Serpa, 30 – fundos.

Bem, ainda falta o jantar deste dia para fazer jus ao nome do post, mas ficará para o próximo...até mais!
Diário de Viagem II
Ops, esqueci de deixar o endereço do restaurante Ponta das Caranhas. Segue a correção desta falha: Estrada Geral da Barra da Lagoa, 2377 – Florianópolis – SC.

Bem, vamos continuar com a verdadeira maratona feita em Floripa – e conforme prometido no último post – teve a noite de sexta-feira. Tá certo que muitas das coisas que aconteceram poderiam ter sido esquecidas, mas ok, como diria uma certa celebridade relâmpago, faz parte.

Fomos à Cachaçaria da Ilha, localizada na Av. Osmar Cunha, 164 - centro. Há muito, na cidade, caía uma chuva que me lembrava, muito a contragosto é verdade, São Paulo e sua garoa insistente que trava as ruas da cidade e que a gente conhece tão bem. Mas, sem viajar muito, voltemos ao assunto principal: a casa.

Localizada no Centro, em princípio a aparência impressiona. Deixamos o carro com o manobrista que, no melhor estilo - ou seria pior? – desses profissionais, parou-o em cima da faixa de pedestres e olha que ainda nem disfarçou, pois ainda estávamos do lado de fora da casa. Obviamente que reclamamos, e somente assim é que ele se tocou e arrumou outro local para estacionar (na rua mesmo) o carro. Lá dentro o ambiente do bar é bem cuidado. Ao contrário do que pensava, havia muita gente e um trio tocava sucessos populares que não fazem parte de minhas preferências musicais.

Fizemos a reserva para 8 pessoas. Chegamos e a mesa estava a nossa espera. Ótimo. Porém, ao sentar a segunda surpresa, minha cadeira estava com algo que grudava, parecia que não a limparam adequadamente, coloquei a mão que ficou pegajosa, percebi que era um tipo de textura que lembrava uma bebida doce que havia sido derrubada e que, ali mesmo, secara. Taí a oportunidade de conhecer o toilette, a tensão tomara conta de mim, pensava, o que será que poderei encontrar por lá. Encontrei: aparentemente, um ambiente bem limpo. Ufa, que alívio.

Hora de escolher a cerveja. Abro o cardápio e vejo as opções. Como chato que sou, quero uma de trigo, e da Alemanha. Opção disponível: Paulaner. Resposta do garçom: Essa não vou poder estar atendendo porque não trabalhamos mais. Ahhhhhh! Gerúndio NÃO!!!! Até aqui!!! Socorro, socorro, duas vezes! Não tem cerveja alemã de trigo que está np cardápio! Me acalmei e disse: Tá bom, vamos à alternativa, Eisenbahn. Novamente a reposta: Essa também não vou poder estar atendendo porque não trabalhamos mais. Socorro, novamente NÃO!!!

Fazer o que, né? Vamos de cerveja de trigo genérica,a brasileira. De repente, veio o que acredito ser o gerente da casa, Renato, não sei seu sobrenome. Muito atenciosamente veio nos justificar e se desculpar pelo incidente do carro, nos ofereceu um drink gratuito como cortesia. Preferi minha parte em cachaça pura. Deixei a escolha por conta dele.

Me serviram 'somente' a melhor cachaça, pelo menos que me lembre, de ter experimentado nos últimos anos. Ele contou que a bebida é feita artesanalmente em um alambique local e que permaneceu envelhecida por 6 anos em barril de carvalho que, anteriormente, havia envelhecido whisky. Verdade ou não, ficou muito boa, equilibrada, com tons amadeirados, muito boa.

Pedimos aperitivos para acompanhar a bebida. Opção escolhida: porção de filet mignon ao molho madeira, ficou devendo, o molho estava fraco, aguado e com pouco sabor. Placar geral negativo. Com isso a conclusão à qual cheguei: cachaçaria é para tomar cachaça, apenas.
Diário de Viagem I - Aventuras em Floripa

11 de outubro, 23h20 – inicio agora a jornada rumo a Florianópolis, quase sete anos após a minha primeira – e única - visita à capital catarinense.

12 de outubro, 07h55 – acaba a viagem de ida, chegamos à terra dos – perdoem-me – barrigas-verdes, carinhoso apelido que é dado aos catarinenses. Após 690 km de distância que percorremos até aqui, vimos apenas um leve acidente. Ainda bem, parece que esse feriado será aparentemente de tranqüilidade. Bem, a expectativa é de que no sábado eu vá à famosa festa da cerveja no Brasil, a Oktoberfest.

Um pouco de historia: a festa foi criada com base na comemoração que ocorre na Alemanha, em Munique. A intenção dos organizadores era de aproveitar a forte influência da colônia alemã na região para levantar fundos para a reconstrução de Blumenau (onde a festa acontece) e imediações, duramente castigadas por uma grande enchente no início da década de 80. Parece que nessa época nós já sofríamos com o aquecimento global, pois ao mesmo tempo o nordeste do país amargava uma seca de aproximadamente 5 anos. Chega de história.

Enfim, a minha prima me enrolou, não fez as reservas para a excusão que sairia de Floripa. minha expectativa foi por água abaixo, ops, cerveja abaixo, tentarei ano que vem...

Mas esperem um pouco, estou numa cidade maravilhosa, abençoada por Deus e pela natureza...e que não é o Rio! Vamos conhecer as opções gastronômicas, afinal já se aproxima as 14h. Por mais que esteja acostumado a não ter hora para almoçar, a fome começou a se anunciar. Fomos à Barra da Lagoa, famoso point local, que entre outras atrações é o caminho para a Praia da Joaquina e a Praia Mole as duas mais famosas da ilha. Fomos a um local de nome Ponta das Caranhas. Nome estranho, mas um local muito agradável. Mesmo em um dia em que o tempo não ajudou. As fotos ilustram o que eu estou falando aqui.





Lugar bonito, a comida tinha que ser boa. E realmente foi. Pedimos duas entradas: Camarões empanados e ostras ao bafo. Comi somente a primeira, meu ímpeto de coragem se esvaiu ao ver a segunda dessas iguarias. Confesso, não comi. 'Deixei para a próxima'. A salada mista pedida não tinha nada demais. Então veio o prato principal, o filet à moda das caranhas. Eu que gosto muito de queijo e de peixe, me senti realizado com a quantidade que cada prato serviu. Saí de lá com a conta indicando menos R$ 38,00. Um valor – como diz a moda – honesto para a comida que nos saltava aos olhos. As fotos abaixo mostram os pratos, menos os camarões porque a fome me fez esquecer a câmera e me atraquei com alguns deles. Pelo menos fica o registro em palavras.





Sem esquecer que ainda há a noite de hoje. Mas isso, fica para o Diário de Viagem II, amanhã. Até Mais!
PF Coreano


Almoçar em praça de alimentação de shopping é uó. As mesas estão sempre cheias (de pessoas ou crachás gruardando lugar), tem fila para pagar, é abafado, barulhento, desconfortável... Mesmo assim confesso que de vez em quando acontece.
Num desses dias fui parar no Aricoree, um fast food coreano que fica no Center 3 (Av. Paulista - São paulo ) . Eu nunca tinha experimentado comida coreana, apesar de ter tido um cunhado legítimo, que mal falava português, alguns anos atrás. Resolvi tentar.
Escolhi o número 6, chamado bim-bim, composto de arroz, carne moída, shiitake, cenoura ralada, espinafre e abobrinha refogados, brotos de feijão, alface e um ovo frito. Parece grande, mas na prática é ainda maior. O PFão vem acompanhado de missoshiro, picles de acelga apimentado - segundo minha irmã, muito popular na Coréia - e um molhinho de pimenta para colocar na comida.
Uma simpática atendente informa que levarão seu prato onde você estiver, assim que ele ficar pronto. Depois, enquanto eu comia, ela apareceu novamente para perguntar se estava tudo agradável. Estava, sim.
Apesar de ser fast food e, portanto, muitas partes do prato ficarem prontas esperando, o Aricoree é honesto, e a porção, MUITO farta. Bom custo-benefício. Ah, e o molhinho de pimenta é uma delícia.
Blog do seu restaurante!
A partir de hoje o pessoal da redação do SeuRestaurante oferecerá dicas e contará suas experiências gastronômicas no "Blog da Redação". Ao lado de nossas opiniões, outros blogs de gente renomada.

Desta maneira você poderá complementar as informações oferecidas no Guia SeuRestaurante com análises reais, de gente que comeu, bebeu e entende da coisa. Ao final de cada post sua opinião - concordando ou não - será muito bem vinda.

E a novidade não pára por aí. Como sabemos que a sua opinião é tão importante quanto a nossa, todos os usuários do site poderão ter seus próprios blogs neste mesmo espaço.

O que você está esperando? Venha já para o SeuRestaurante formar a primeira comunidade virtual de gourmets do Brasil. Para começar seu blog, envie um e-mail para redacao@seurestaurante.com.br e solicite o cadastro.
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